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As notícias que marcam o Algarve
Não faltará a bebida e o saber do fabrico de cerveja tradicional, de acordo com a investigação já realizada sobre possíveis formas de produção desta bebida na época, também será colocado em prática. Será, por isso, um dia de experiências fundamentadas pelos estudos, já realizados sobre o território Alcalarense, e os trabalhos desenvolvidos por parte de investigadores das universidades de Stuttgart (Alemanha), Córdoba e pelo Centro de Arqueologia da universidade de Lisboa.
O universo de José Saramago volta a estar em destaque com uma palestra que contará com a presença de Pilar del Rio (presidente da Fundação José Saramago) e do académico Carlos Reis, que apresentará o último texto editado de Saramago intitulado «Alabardas, alabardas, espingardas, espingardas» (17 de abril). Simultaneamente, estará patente, durante todo o ciclo, a exposição «Mail Art», de Diego Mesa, produzida a partir do livro «Levantado do Chão», de José Saramago. Para ampliar as perspetivas e os caminhos que tornam possível a leitura, será dado um importante destaque à ilustração no universo da literatura e promovido um encontro com a ilustradora Danuta Wojciechowska (23 de abril).
A «Oratória de Páscoa» de Bach, concluída em abril de 1725, retrata um domingo de Páscoa, com texto do oratório da autoria (provavelmente) de Picander, tratando-se de uma reelaboração da «Cantata dos Pastores», hoje extraviada. Após a abertura, apresenta-se a «Paixão» de Haydn presente na sua Sinfonia n.º 49, composta durante o seu período «Sturm und Drang», marcado por emoções fortes e tempestivas. Nesta magnífica peça, predomina o tom doloroso, que acaba por se dissipar, sendo possível adivinhar a razão do subtítulo que lhe foi atribuído já no século XIX: A Paixão de Cristo mitigada pela sua mensagem de paz e amor. A «Missa da Coroação», composta em 1779, sendo uma das mais populares das 17 composições de Mozart do género, encerra o programa destes eventos. A missa KV 317 parece ter adquirido o apelido de «Coroação» na corte imperial em Viena no início do século XIX, depois de se tornar a música preferida para coroações reais e imperiais, bem como celebrações de Ação de Graças.
Na vertente juvenil, dos 12 aos 17 anos, houve maior diversidade na qualificação. Guilherme Santiago arrebatou, o júri e o público na sala, com a beleza e rigor da sua prestação no violino e Mariana Barnabé (canto) encantou com a sua interpretação e voz melodiosa. Mas foi também na dança que foram apurados a maior parte dos concorrentes, nomeadamente o Grupo de Dança ARUTLA, de Castro Marim, a Companhia de Dança do Algarve, de Faro, e a Associação Soul, de Albufeira.