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A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Olhão (CPCJO) organizou, no dia 9 de abril, no Ria Shopping, uma cerimónia que serviu para marcar o arranque do Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância. Em simultâneo, promoveu, conjuntamente com a Câmara Municipal de Olhão, a Segurança Social e a Comissão Nacional de Proteção das Crianças e Jovens em Risco, a consagração dos direitos das crianças, através da assinatura de uma Carta do Concelho.
Gracinda Rendeiro, vereadora da Solidariedade Social e Família, abriu a sessão, reconhecendo o trabalho de todos os técnicos envolvidos, em especial da CPCJO, em prol das crianças e jovens do concelho “que desde que acompanhados podem fazer coisas lindíssimas”. Lara Barão, da CPCJO, explicou o campo de trabalho que a Comissão tem como prioridade: o bem-estar das crianças e suas famílias. “A responsabilidade deve e tem de ser incutida em todos e a promoção e proteção das crianças são a resposta para que se tenha consciência de suprimir as necessidades do nosso público. A negligência e os maus-tratos são da responsabilidade de todos, desde que se revejam no seu conteúdo”, frisou a técnica.
Para Ofélia Ramos, diretora do Centro Distrital de Faro do Instituto da Segurança Social, este é um tema de extrema importância da dignidade humana e da defesa dos direitos humanos. “Em cada uma das missões, é necessário detetar o mais rápido possível algo que ponha em causa a proteção das crianças”, defendeu. “As condições físicas e as capacidades técnicas são determinantes para o sucesso dos laços institucionais e para que os jovens encontrem o rumo para a sua vida. A complementaridade, a proximidade e a informação dos técnicos envolvidos, levam a resultados positivos, como os do ano transato, em que houve uma diminuição de cerca de 30 por cento de crianças institucionalizadas na região”, referiu Ofélia Ramos.
Por sua vez, Armando Leandro, presidente da Comissão Nacional de Proteção de Crianças e Jovens em Risco, destacou que a Carta agora assinada é um compromisso, no sentido de prevenir, e um salto cultural importante. “Não basta reparar, é indispensável que estes direitos entrem na nossa sociedade, para que as crianças estejam mais protegidas”. Antes da formalização das assinaturas por todos os técnicos e entidades responsáveis pela educação, proteção e sensibilização de cuidados básicos, Lara Barão informou sobre todas as ações levadas a cabo pela CPCJO, como sejam o Laço Humano, a Semana do Bebé, ou as comemorações do Dia Internacional da Eliminação da Violência contra as Mulheres.

publicado às 18:51



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