Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]
As notícias que marcam o Algarve
Será ainda dado realce à «Algarve Nature Week», um evento de turismo de natureza com organização da RTA que decorrerá de 11 a 19 de abril, oferecendo aos turistas e residentes algarvios várias propostas ativas ao ar livre. Caminhadas, observação de aves e de cetáceos, passeios equestres, de barco ou bicicleta, mergulho e saídas de interpretação da flora e da fauna da região são algumas das sugestões, a preços simpáticos. Para o presidente da RTA, Desidério Silva, os produtos de Natureza e de Gastronomia e Vinhos associam-se a uma região onde o Sol, a Praia e o Golfe têm recebido prémios internacionais. “O Algarve é um destino que é identificado pelos nossos mercados, mas isso não chega. Tem de haver uma complementaridade da oferta, porque queremos que haja Algarve todo o ano”.
Atualmente a apoiar 794 agregados familiares, a Rede segue de perto e avalia regularmente a situação e o grau de vulnerabilidade das famílias, procurando rentabilizar os recursos existentes, eliminando eventuais sobreposições de intervenção, permitindo desta forma uma resposta mais rápida e eficaz, com melhor planeamento e celeridade na prestação dos apoios e serviços. Os apoios vão deste a prestação de apoio ao nível da alimentação confecionada (em cantinas e refeitórios sociais no concelho) e não confecionada (com a entrega de cabazes de produtos alimentares), ao vestuário, produtos de higiene pessoal, bazar e mercearia, mobiliário, eletrodomésticos e artigos para o lar, cuidados de enfermagem e acesso a tratamentos básicos de saúde, apoios pecuniários através de subsídios económicos de caracter pontual, e todo o tipo de ajudas técnicas necessárias.
Mais figurantes, fatos mais exuberantes e glamourosos, melhores coreografias, mais colorido e um maior envolvimento da comunidade são alguns dos fatores que fazem da edição deste ano como “a melhor de sempre do Carnaval de Loulé”, como referiu o presidente da Câmara Municipal de Loulé, Vítor Aleixo. Numa época do ano em que a atividade turística na região está ainda a meio gás, o autarca sublinhou o forte impacto na economia local e regional deste evento, nomeadamente ao nível do número de dormidas e também da restauração.
As mais diversas modalidades desportivas foram recriadas de forma divertida pelos pequenos foliões. Canoas gigantes, mini ciclistas, cestos de basquetebol, bolas de râguebi e de futebol, mergulhadores, a equipa da seleção nacional e as suas cheerleaders, os Jogos Olímpicos personificados por pequenos figurantes envergado a folha de loureiro e a tocha olímpica foram alguns dos cenários apresentados pelas crianças louletanas. A música e um palco montado no local por onde passaram todos os participantes neste mini corso animaram esta iniciativa que, graças ao bom tempo e à boa disposição das crianças, saldou-se em mais um enorme êxito.

João Abreu, de 54 anos, elogiou a iniciativa e, já com o olho tapado, depois da cirurgia, disse que esperou três meses entre a consulta e a intervenção, enquanto, no Hospital de Faro, estava há mais de um ano à espera. “A este ritmo, não sei daqui a quantos anos seria atendido”, testemunhou no dia em que lhe foi devolvida a visão. “Tinha uma catarata enorme, já não via nada. Agora, acho que vou ficar a ver quase a 100 por cento. Para quem não tem possibilidades, como é o meu caso, é muito bom. O valor que paguei foi simbólico”, disse ainda João Abreu.
Lucinda Sousa, de 71 anos, foi outra das olhanenses que passou a ter a possibilidade de ver depois da cirurgia do passado dia 10. “Agradeço ao Senhor Presidente esta iniciativa. De outra forma não sei quando poderia ser operada, já que estou há um ano à espera de consulta no Hospital de Faro e sei que ainda estão a marcar consultas referentes a pedidos de 2012. Foi o melhor que fizeram. Devia haver
Para além das 16 cirurgias realizadas esta semana e das 16 previstas para o próximo dia 17, estão sinalizadas, até ao momento, mais cerca de 70 intervenções cirúrgicas às cataratas para os utentes de Olhão. “Estes números revelam a fraca qualidade da saúde que existe no Algarve. Espero que o ministro da Saúde o reconheça e que ajude os olhanenses e os algarvios. Porque a estas pessoas, sem posses e sem saúde, só resta mesmo o apoio de proximidade das autarquias”, referiu ainda António Miguel Pina.
Durante o desfile infantil, também a Banda Filarmónica 1.º de Dezembro, de Moncarapacho, agradou aos presentes com a sua música alusiva ao Entrudo. Registe-se ainda a presença da Universidade Sénior, cujos alunos também participaram e mostraram toda a sua energia, vitalidade e alegria aos 60 e/ou 70 anos. Os cerca de mil alunos de 12 instituições de ensino do concelho tiveram o seu momento de glória ao passarem pelo palco da festa para serem apresentados de acordo com o traje envergado, dando alguns o ar da sua graça ao comentarem a indumentária que apresentavam enquanto se deixavam fotografar pelos familiares.
Em Albufeira, a CVP opera em todas as áreas de emergência, quer nas missões de auxílio, assistência, tratamento de doentes e feridos, transporte e socorro, registando uma média de 100 ocorrências mensais; quer na vertente psicossocial, prestando apoio a 19 agregados familiares carenciados, num total de 75 pessoas. “Queremos abranger ainda mais cidadãos e para isso ambicionamos abrir uma loja social na freguesia de Albufeira”, divulgou o presidente da delegação, explicando que os núcleos sociais têm que estar localizados nos centros das cidades para facilitar o acesso a quem precisa. António Pontes destacou ainda o importante papel desempenhado pela delegação ao nível da formação, investindo milhares de euros na qualificação dos seus colaboradores: “Formámos 60 pessoas na área da Emergência e estamos a terminar a formação de mais 12”.
Nuno Lopes, natural de Portimão, formado em engenharia agropecuária e com vários estágios em aquacultura, passando por um emprego na Direção Geral de Veterinária troca o que é certo pelo gosto de criar e construir joias únicas. Uma viagem à Amazónia aos 19 anos e uma família sempre ligada as artes despertou-lhe a sua veia artística e falou mais alto do que uma carreira estável. Teve a sua iniciação aos 24 anos, na Escola de joalharia Contacto Direto (em Lisboa), onde adquiriu competências artísticas e técnicas na criação e execução de joias, com recurso a metais nobres e materiais alternativos. Aos 34 anos muda-se para Espanha, onde frequenta vários cursos no Centro de Formação Profissional de Joalharia e Orfebreria (em Sevilha) e integra ainda o curso básico de gemologia do Instituto Gemológico Espanhol (em Madrid).